sábado, 8 de janeiro de 2022

Apelidos da vagina

 Apelidos da Vagina

A parte externa da vulva é denominada vestíbulo da vagina. Lá se encontram dois orifícios: orifício urinário (da uretra) e o orifício genital (da vagina).
A parte interna da vagina estende-se até à porção inicial do útero (colo), região denominada de fórnix da vagina, todo esse conjunto é denominado canal vaginal. O canal vaginal apresenta duas partes de origens embriológicas diferentes, pois a origem do canal vaginal é promovida quando o útero se encontra próximo ao epitélio que formara o vestíbulo e começa a migrar para a sua posição final, o tecido epitelial é puxado, assim como o tecido do útero, formando assim o canal vaginal com sua porção superior formada por tecido proveniente do útero e a porção inferior do tecido epitelial; o hímen é formado com o estiramento do tecido epitelial de onde o útero estava próximo, promovendo assim um afinamento desta superfície.
O limite entre a vagina e a vulva constitui uma dobra, o hímen. Este encontra-se na porção anterior do canal vaginal, em mulheres que nunca tiveram relações sexuais, ou vestígios da estrutura, em mulheres que já tiveram relações.
As dimensões da vagina humana adulta são altamente variáveis de indivíduo para indivíduo, e nenhuma forma caracteriza todas as vaginas. As dimensões da vagina humana não tem sido objeto de intensa investigação com a mesma proporção da investigação sobre o tamanho do pénis humano. Além das variações de tamanho, a vagina de uma mulher pode variar substancialmente em tamanho durante a excitação sexual, a relação sexual e o parto. A vagina também possui elasticidade e se expande tanto em comprimento e largura durante a excitação sexual, a relação sexual e durante o parto.
Veja abaixo alguns apelidos da vagina:

1. Xoxota

2. Xereca

3. Pepeka

4. Buçanha

5. Buceta

6. Perseguida

7. Xana

8. Xavasca

9. Aranha

10. Pupuca

11. Prochaska

12. Perereca

13. Vulva

14. Tchorna

15. Bruschetta

16. Tabaca

17. Caverna do dragão

18. Beira

19. Pamonhão

20. Broa

21. Priquita

22. Periquita

23. Prexereca

24. Florzinha

25. Passarinha

26. Princesinha

27. Amorinha

28. Menininha

29. Xota

30. Xaninha

31. Xena

32. Bibinha

33. Pipinha

34. Tulipa

35. Pombinha

36. Borboletinha

37. Shakira

38. Beyonceta

39. Rosinha

40. Peca

41. Mexirica

42. Inhanha

43. Maravilha

44. Pipica

45. Dita Cuja

46. Pata de camelo

47. Esfiha

48. Bichinha

49. Perina

50. Calopsita

51. Preciosa

52. Carlota

53. Pepita

54. Capô de fusca

55. Tchalala

56. Prísica

57. Cachuleta

58. Pimpolha

59. Pitchulinha

60. Racha

61. Tchutchuca

62. Marisco

63. Biscoitinho

64. Cajuzinho

65. Xampola

66. Hamburguinho

67. Xiri

68. Pipinha

69. Bichochota

70. Bombril

71. Tcheca

72. Pachacha

73. Quirica

74. Zona do agrião

75. Cachuleta

76. Banguela

77. Xoxoca

78. Ostrinha

79. Peteca

80. Taturana

81. Tchaca

82. Petchereca

83. Estrelinha

84. Bacurinha

85. Boca de golfinho



Burusera - Fetiche por calcinha usada

Burusera (Burusera (ブルセラ?) é uma palavra japonesa, criada a partir da combinação das palavras burumā (ブルマー?), de bloomers (uniformes usados em aulas de educação física) e sērā-fuku (セーラー服?), que significa o uniforme de marinheiro, que é o tradicional uniforme escolar para meninas no Japão.

Em 1993 (e mesmo antes) iniciou-se um fenômeno onde estudantes japonesas passaram a vender partes de seu uniforme escolar (sērā-fuku) e roupas íntimas esportivas usadas para lojas especializadas, apenas para obter lucro. Esses estabelecimentos semi-legais escondidos em porões de prédios reúnem um público masculino interessado em comprar tais peças para satisfação de fetiche sexual. Clique para continuar lendo!


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quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Por que uma mulher não admite o desejo por outra mulher?

 Mulher com atração pro mulher



Samantha percebeu que Verônica, sua colega de trabalho, a tratava diferente. Fazia sempre questão de encostar em seu corpo de alguma forma. Nos braços, ombro, mãos. De vez em quando soltava brincadeiras sobre o assunto: “Se a gente fosse casada, eu teria muito ciúmes de você”.

As atitudes de Verônica mexiam muito com Samantha, que nunca havia se envolvido com uma mulher, mas sempre alimentou o desejo secretamente. Ela não sabia o que fazer diante da situação. Deveria ter uma conversa franca com essa colega? Poderia chamá-la para sair e tomar alguma atitude?


Tinha medo. Medo das consequências. E se ela estivesse fantasiando toda essa situação? E se aqueles olhares diferentes fossem apenas um reflexo do seu desejo interno? Era muito difícil decifrar. 

Começaram a sair mais, como amigas mesmo, em alguns eventos de trabalho. Em uma dessas ocasiões, saíram as duas e mais três conhecidos. Estavam em um bar agitado com mesas e duas pistas de dança. Verônica começou a beber. Samantha pediu apenas um suco e sentou em uma das mesas, um pouco mais afastada do agito.

À medida que o álcool subia, Verônica fazia questão de falar o quanto gostava de homens. Samantha ouvia calada, não dava opiniões. Em dado momento, Verônica se aproximou, encostou nas mãos de Samantha e disse em seu ouvido: “Sempre quis te beijar”. Samantha ficou lívida e antes que pudesse responder sentiu os lábios da colega nos seus.

O beijo foi intenso, rápido e cheio de temores. Ambas estavam preocupadas com os olhares alheios. Não havia ninguém na mesa. Verônica saiu rapidamente dali e Samantha ficou minutos estática, o coração disparado.

No dia seguinte, Samantha soube que Verônia havia pedido demissão. A colega não suportou a ideia de se envolver com uma mulher. Verônica sempre sentiu necessidade de reforçar o quanto gostava de homens, era uma história diferente por semana. A família dela era religiosa e muitas vezes Samantha ouviu a colega fazendo críticas a gays e lésbicas.

O que havia acontecido naquela mesa de bar? Elas nunca descobririam. Verônica excluiu qualquer possibilidade de ver a continuação desse possível romance.

Essa é uma história misturada. Para não revelar a identidade de ninguém, mesclamos três histórias recebidas por e-mail para mostrar o quanto os acontecimentos podem ser similares. Tamanha similaridade mostra que ainda não estamos preparados para lidar com a sexualidade. Estamos aprisionados em padrões de comportamento.

Deixamos de viver a vida que gostaríamos para deixar os outros mais felizes. Os pais mais felizes, os amigos mais felizes. Sobrevivemos com a felicidade dos outros e fugimos da nossa.
Acreditamos que um dia a sociedade possa mudar e respeitar um sentimento que existe há milênios.

Mas não, ela não vai mudar. Não como muitos de nós gostaríamos – de maneira natural e sem grandes crises.
A mudança deve ser iniciada por você.

Comece admitindo para você mesma os seus verdadeiros desejos.

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segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

amiga do meu marido, e eu!

Conheci meu marido aos 18 anos. Hoje tenho 20 e ele tem 60, e estamos casados fazem dois anos. Temos um lindo menino de quase um ano e vivemos uma vida muito unida, muito feliz. Mas meu maior prazer era ver meu marido transar com outra mulher. Ele não é nada em super, mas eu o acho perfeito e lindo. Tem corpo normal, não gosta de malhar, mas se cuida, portanto ninguém aqui pense que meu marido é um super-homem. Nada disso. 
Mas vamos ao assunto: minha tara começou uma noite em que eu ele víamos um filme, e perguntei a ele se já havia traído alguma namorada do passado, ele de forma incisiva disse que não. Quis saber mais e mais e dali não saía uma só declaração. Por fim disse a ele que meu maior tesão era vê-lo transando com outra mulher na minha frente. 
Ele riu muito, disse que eu estava louca. Mas a ideia em mim foi se fortificando, se solidificando e cada dia mais o tesão que sentia em imaginar meu marido com outra mulher, me levava a um gozo sem fim. Fui falando, falando e Saulo dizia que não seria capaz, que poderia até brochar, mas depois de muitas tentativas de minha parte ele de forma incisiva me disse: está bem, eu topo para você tirar essas caraminholas da cabeça. Mas quem seria a candidata que toparia sair com um homem casado e ainda por cima juntamente com a esposa? 
Aí é que pensei: seria mesmo difícil de acontecer. E mais ele me disse: que se eu tivesse mesmo a certeza de minhas vontades, que eu deveria procurar uma mulher pela internet e dizer isso a ela. 
 
Quando me disse isso, fiquei louca de tesão e jurei a ele e a mim mesma que acharia alguém que preenchesse todos os nossos (meus) desejos. 
Não foi fácil. Demorou. Às vezes eu pensava numa mulher e não tinha coragem de dizer a ela. Também tinha medo e certo pudor. Ficava imaginando como falar, como fazer tal proposta. Quando juntos na cama ele não tocava no assunto. Eu é que entrava nele e com picantes imaginações, gozava antevendo um momento que veria meu marido transar com outra mulher. 
 
O acaso acontece. O imprevisto às vezes dá uma ajuda. Foi assim que recebemos um telefonema de uma velha conhecida dele, dizendo que iria dar uma palestra durante a semana numa faculdade em nossa cidade e se ela poderia passar aquela semana em nossa casa. E foi sem qualquer ideia que não fosse outra que ela chegou em nossa casa uns dias antes do seu compromisso. 
 
Era uma mulher muito linda, perto dos 38 anos. Alta, morena, olhos bonitos, magra, seios volumosos, e muito simpática. Chamava-nos de amigos. Ela chegou e a rotina em nossa casa mudou também, claro. Mas em nada ela nos atrapalhava. Ficava no quarto estudando, às vezes na sala conversando, falando das atividades dela, de seu futuro, falava dos pais, de sua separação do ex-marido e coisas assim. 
Mas dentro do quarto com meu marido, o tesão rolava a mil e fui eu mesma que falei que a Fernanda se encaixava naquelas vontades dele se fosse transar com outra mulher. Achou que eu era louca. A mulher jamais serviria para isso. Também achei loucura, a amizade dela com ele já era grande e um passo em falta seria de grandes prejuízos para todos. A mulher devia ter alguém, ter seus paqueras de sua cidade... Mas fiquei imaginando meu marido transando com aquela madura muito linda, exalando juventude e gozava e gozava pensando em tal possibilidade. 
Para aguçar um pouco o tesão, saber que outra pessoa poderia ouvir minha transa com meu marido, nas noites seguintes passei a deixar a porta aberta de nosso quarto e nas transas nossas diárias, então, não fiz propósito algum em ser silenciosa. Gemia e gozava alto. Queria que Fernanda nos ouvisse e sentisse tesão e vontade. 
Foram quatro noites assim, mas ela estava preocupada com as palestras e parecia não ouvir nossos gemidos. 
 
Sei que ela numa quinta feira acabou de palestrar e fiz a ela um convite para ela ficar em casa mais uma semana, assim poderia conhecer a cidade, que não tivera tempo, e também recuperar todo o desgaste vivido. 
 
Fernanda adorou a ideia. Telefonou para sua casa e disse para sua filha que ficaria com a gente mais uma semana. Que queria conhecer nossa cidade e estava adorando nossa companhia. Que éramos bons de papo e que estava mesmo se sentindo em sua casa. 
 
Não houve objeção alguma. E Fernanda pode ficar em nossa casa mais uma semana. 
Foi o suficiente para eu realizar minhas vontades e desejos. Com ela agora em férias, ficava mais tempo comigo, fomos passear muito e todas as tardes ia comigo buscar meu marido no serviço. E eu fazia questão de, quando nos encontrávamos, dar uns beijos gulosos nele. Queria que ela sentisse tesão. 
 
As noites seguintes foram ainda mais barulhentas entre mim e meu marido. A porta continuava aberta. E foi assim que vi, pela penumbra, o vulto de Fernanda aparecer à porta para nos ver transar. Vibrei com meu sucesso. E na manhã seguinte encontrei uma Fernanda com olheiras, sinal de que dormira pouco e imaginei que tivesse se masturbado muito nos vendo transar. 
 
Mas não entrava no assunto. 
Porém, na tarde seguinte, estávamos em meu quarto ela e eu e de propósito havia deixado várias camisinhas usadas pelo chão. Ela viu. Riu. Eu também ri. E ela teceu o comentário: você e o Saulo se dão bem na cama. Transam todas as noites. 
E eu disse que sim, que ele era um amante maravilhoso, que transava muito bem. E passei a fazer considerações e comentários picantes com ela, enaltecendo as qualidades de meu marido na cama. Senti que ela me escondia algo e se arfava de desejo e por fim me disse que ela já transou com meu marido antes dela se casar, e antes de meu casamento com ele - mas que eu não comentasse com ele e que gostaria de também ter a sorte de encontrar alguém assim também já que seu ex era fraco na cama e ela vivia se masturbando ao ver vídeos na net e acabou se tornando uma voyeur. 
 
E maliciosamente disse que ela iria adorar transar com ele novamente se ela quisesse passar por tal experiência novamente. Estou há tanto tempo sem dar que acho que enferrujei. 
 
Então percebi que ela estava mesmo a fim de dar para ele. Mas fiquei quieta. 
Á noite quando fomos deitar, fiz questão de ser ainda mais audaciosa enquanto transava e novamente vi que Fernanda nos espiava. Comentei tudo com meu marido e ele também percebeu que ela nos espionava na transa. E fui bem rápida na minha decisão: desvencilhei-me de seus abraços e fui à porta e peguei ela em flagrante que ao se ver descoberta, quase desmaiou de susto. 
 
Saulo continuou no quarto enquanto fomos nós duas para a sala conversar. Ela me pedia desculpas, implorava para não contar nada para ninguém, e suplicava segredo. Quando me fitou com aqueles olhos verdes e cheios de lágrimas, me encontrou sorrindo e pude falar que não ficara brava nem nada, e que poderia confiar em nosso segredo. E conversamos muito. Disse a ela que havia já percebido sua presença em noites anteriores, mas agora ela não precisando acordar cedo, poderia até nos fazer companhia se quisesse. 
 
Os olhos dela brilharam de prazer. E me disse que sim, havia nos olhado muito, se masturbado também. Que era um prazer que sentia ver outras pessoas transando. Que muitas vezes às escondidas, via os pais numa relação e imaginava estar mais perto. 
 
 
E falei então que sua hora havia chegado que iria não somente ver, mas também participar de uma transa a três. Também era nosso desejo. E tomando-a pela mão levei-a até nosso quarto onde Saulo estava deitado de costas para a porta. Entramos. Apaguei a luz, fui até seu ouvido e disse que tinha uma surpresa para a noite. E ele se virou e viu, na penumbra, nós duas ali. Abraçou-me, me beijou e em minutos caí de boca em seu cacete rijo como pedra. Chupei muito enquanto Fernanda nos observava. Depois eu mesma peguei-a pela cabeça e levei sua boca até o cacete de meu marido. Ela não se fez de rogada. Meteu na boca o cacete e eu fui beijar meu marido, que percebendo o que acontecia, passou a comandar a relação a seu gosto. Somente falei: faça bem gostoso que quero ver. É a realização de meu sonho. E fiquei olhando e gravando no celular aquela transa. 
 
Logo em seguida ele a puxou e passaram a se beijar. Eram beijos gulosos e tesudos. Ele passou a alisar o corpo de Fernanda, foi tirando suas roupas e quando deixou totalmente nua, lambia e mordia os seios, passava a mão na grutinha ensopada dela. Ela arfava de prazer, quis chupar mais aquele cacete e se posicionou para isso. Ficou deitada sobre as pernas de meu marido esmagando suas tetas e chupava gulosamente. Eu apenas olhava aquela cena maravilhosa, quando senti que meu marido iria gozar. Com minhas mãos enterrei mais ainda a cabeça dela de encontro ao cacete e ela praticamente engolia aquela vara. 

 
Gemia muito, ia e vinha. Não demorou. O gozo de meu marido veio forte. Intenso. E ela se atrapalhou com tanta porra. O que pode engoliu, mas boa parte escorria pela sua face, molhava seus seios. Meu marido se acalmou. Ficou estirado na cama. Fernanda me olhou e agradeceu pelo momento e disse que nunca havia antes bebido porra, mas havia adorado e que na próxima vez iria beber tudo. Eu ri. 
Enquanto Saulo foi tomar um banho, nós duas ficamos sentadas na cama. Estávamos esgotadas mesmo. Ela me disse que adorou a experiência. Que eu havia sido muito liberal, mas ainda gostaria de ter uma relação completa comigo, para apagar seu fogo e seu tesão. Eu disse que toparia me deitar com ela. 
 

 
Coloquei uma varinha de plástico (foto acima) e me sentei num banquinho da penteadeira. E ela abriu suas pernas para meu brinquedo entrar. Vi seus seios ficarem marcados pelos dentes de meu marido, sua bunda também, peguei ela pela mão e fomos pra cama, ela ficou por cima sentindo meu brinquedo entrar todinha nela! 
 

 
Ela gozava em cântaros, vi que meu marido tinha terminado o banho e agora nos assistia, ela logo não suportou tamanho tesão e gozou muito. 
 
Ambos ficaram largados na cama e eu, realizada, fui beijar meu marido e não poderia naquele momento exigir mais nada dele. Dormimos os três abraçados. Na manhã seguinte ele acordou com a boca dela querendo mais. Acordei e vi... não fiquei com ciúme apenas o prazer acendeu novamente. Então falei a ela que queria a minha parte e ela apenas iria olhar nossa transa. E ficando como eu, na noite anterior viu, de pertinho, nós dois fodendo.

Na noite seguinte repetimos a dose e então ele comeu nosso rabinho, sendo que o de Fernanda foi inaugurado.
Isso já fazem 3 meses. Fernanda, claro, passou a dar mais palestras na faculdade aqui da cidade!
Com nosso filho ainda é um bebê, temos tomado cuidados especiais, nos finais de semana ele vai para a casa dos avós e posso reviver, sempre que dá, um novo prazer, com meu meu marido transando com uma linda garota.
Essa é a minha história. Sem traição, mas sou mesma corneada pelo meu marido e pelas que curtirem essa situação.

sifrencia de mulher